Paciente do sexo feminino, 45 anos, com histórico de
bypass gástrico em Y de Roux para tratamento de obesidade realizado há 2 anos, comparece ao pronto-socorro
relatando dor no hipocôndrio direito e icterícia há 48 horas. A paciente nega febre ou calafrios. Exames laboratoriais: bilirrubina total: 4,5 mg/dL (VR: < 1,2); bilirrubina
direta: 3,8 mg/dL (VR: < 0,3); fosfatase alcalina: 350 U/L
(VR: 35–104); gama-glutamil transferase (GGT): 280 U/L
(VR: 5–36); TGO: 68 U/L (VR: < 31); TGP: 72 U/L (VR: < 31).
Hemograma: leucócitos: 8.500/µL (VR: 4.000–11.000),
sem desvio à esquerda. A colangiorressonância magnética demonstra dilatação do colédoco (11 mm) com imagem arredondada, medindo 7 mm no terço distal, compatível com coledocolitíase. Vesícula biliar alitiásica.
Considerando o antecedente cirúrgico e o quadro atual de coledocolitíase não complicada, qual é a conduta de escolha para o tratamento dessa paciente?
Considerando o antecedente cirúrgico e o quadro atual de coledocolitíase não complicada, qual é a conduta de escolha para o tratamento dessa paciente?
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