Um manancial que já era um dos mais degradados de Minas Gerais, sofrendo com a estiagem e com a superexploração, agora é assolado por milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração, entulho, galhos, sujeira, animais e peixes mortos. O Rio Doce, que já era pressionado por esgoto, assoreamento e desmatamento de suas matas ciliares, passa agora a enfrentar a onda de lama liberada pelo rompimento de barragens da Samarco em Mariana. O rio sofre o impacto desde o início do seu curso, na Zona da Mata, até a sua foz, no Espírito Santo. Sobre tal tragédia ambiental de poluição
da água, é INCORRETO afirmar: