Em um paciente de 11 anos, em dentição mista, com
queixa de “mordida aberta” anterior e perfil facial
levemente côncavo, o ortodontista deseja realizar a
análise facial de tecidos moles e esqueleto facial
como parte do diagnóstico ortopédico-ortodôntico. A
análise facial compreende avaliação frontal, perfil e sorriso,
além de considerar o padrão de crescimento
esquelético, harmonia facial e proporções do terço
inferior da face.
Com base em conceitos contemporâneos de análise facial aplicados à ortopedia e ortodontia, avalie as assertivas abaixo:
I. A linha de base da análise facial é o contorno ósseo subjacente, de modo que a face vista em tecidos moles pode ser considerada um reflexo direto e preciso da estrutura esquelética e óssea sem necessidade de investigação complementar.
II. Em ortopedia maxilar ou mandibular, a avaliação do terço inferior da face (proporção entre sub-nasal e mentoniano) e a convexidade do perfil são cruciais, pois alterações nesses parámetros indicam crescimento desfavorável ou discrepância esquelética que pode requerer intervenção.
III. Fotografias padronizadas (frontal em repouso, sorriso e oblíqua, perfil) e análise de tecido mole são parte indispensável do exame clínico de análise facial, pois ajudam a detectar assimetrias, linha média desviada exposição gengival ou sobressaída labial que podem alterar metas terapêuticas.
IV. A estética facial do paciente pode ser considerada irrelevante no planejamento de ortopedia/ortodontia, pois o foco deve ser exclusivamente a correção dentária e oclusal; a análise facial estética se reserva à cirurgia ortognática ou casos estéticos específicos.
Estão CORRETAS:
Com base em conceitos contemporâneos de análise facial aplicados à ortopedia e ortodontia, avalie as assertivas abaixo:
I. A linha de base da análise facial é o contorno ósseo subjacente, de modo que a face vista em tecidos moles pode ser considerada um reflexo direto e preciso da estrutura esquelética e óssea sem necessidade de investigação complementar.
II. Em ortopedia maxilar ou mandibular, a avaliação do terço inferior da face (proporção entre sub-nasal e mentoniano) e a convexidade do perfil são cruciais, pois alterações nesses parámetros indicam crescimento desfavorável ou discrepância esquelética que pode requerer intervenção.
III. Fotografias padronizadas (frontal em repouso, sorriso e oblíqua, perfil) e análise de tecido mole são parte indispensável do exame clínico de análise facial, pois ajudam a detectar assimetrias, linha média desviada exposição gengival ou sobressaída labial que podem alterar metas terapêuticas.
IV. A estética facial do paciente pode ser considerada irrelevante no planejamento de ortopedia/ortodontia, pois o foco deve ser exclusivamente a correção dentária e oclusal; a análise facial estética se reserva à cirurgia ortognática ou casos estéticos específicos.
Estão CORRETAS: