A captação para transplante de órgãos de indivíduo em
morte encefálica baseia-se no conceito de que, na ausência
de comando do sistema nervoso central, a prorrogação
artificial das funções do organismo restante constitui-se
preservação vã de mero agregado de células vivas. De fato,
no organismo de indivíduo em morte encefálica, cessa
inevitavelmente a possibilidade de