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questão refere-se ao poema abaixo:
O MAPA
Olho o mapa da cidade
Como quem examinasse
A anatomia de um corpo...
(É nem que fosse o meu corpo!)
Sinto uma dor infinita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei...!$ ^{(A)} !$
Há tanta esquina esquisita,
Tanta nuança de paredes,
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei
(E há uma rua encantada
Que nem em sonhos sonhei...)!$ ^{(C)} !$
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso!$ ^{(B)} !$
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)!$ ^{(D)} !$
E talvez de meu repouso...!$ ^{(E)} !$
(Mario Quintana. Apontamentos de História Sobrenatural. Disponível em: <http://www.fabiorocha.com.br/mario.htm>. Acesso em: 19 maio 2010.)
Os versos que sugerem que o eu-lírico um dia morrerá, deixando de ter uma existência física são:
 

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