Um paciente de 52 anos de idade, hipertenso e dislipidêmico, com passado de dor precordial aos esforços, realizou um teste ergométrico e, neste, a mesma dor referida ocorreu, apesar de não haver atingido a frequência cardíaca submáxima preconizada para sua idade. A interpretação mais plausível desse resultado permite concluir que: