Uma mãe aflita procura o neuropediatra referindo que o filho de 7 anos tem contado ver e ouvir “coisas” que os outros não vêem, nem escutam. A mãe relata também que esses eventos ocorrem, geralmente, quando o filho está quase dormindo. Existem dias em que o filho está dormindo e senta na cama assustado, com os olhos muito abertos, aparentando estar desesperado. Depois, volta a dormir e, no dia seguinte, não se lembra do ocorrido. Este caso é sugestivo de: