No contexto da pandemia da covid-19, longe do desenho da política nacional, o escudo da emergência impôs requisições para a assistência social fora da Tipificação de Serviços, reforçando a adoção de ações assistencialistas, clientelistas, de cunho político-partidário e pertencentes a outras políticas, a exemplo da segurança alimentar e habitação. O atual momento de pandemia é de maior vulnerabilidade da população brasileira, caracterizada pela perda de renda, pouca perspectiva de absorção pelo mercado, menor acesso a direitos e retrocesso de conquistas sociais. Para Couto (2021), é evidente e nítido que tais reflexos no emergencial tem suas bases no desfinanciamento e no sucateamento do SUAS por meio de cortes orçamentários e transposição
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