As possibilidades de intervenção em psicologia pediátrica são múltiplas e, dessa forma,
no adoecimento da criança é adequado mapear as características dos vínculos e da dinâmica familiar, avaliando-se os sistemas familiares e os subsistemas parental e fraterno, devido à importância da família nos cuidados e na adesão ao tratamento.
as crianças, em geral, agem, falam e/ou brincam de acordo com suas possibilidades maturativas, emocionais, cognitivas e de socialização e, portanto, a avaliação psicológica pode gerar resultados subjetivos e de pouca credibilidade para uma análise com objetivos diagnósticos.
a triagem de desenvolvimento para detectar problemas na trajetória evolutiva da criança, buscando ações para a promoção de um desenvolvimento saudável, devem-se restringir aos serviços específicos de assistência à saúde da criança, uma vez que esse não é foco da psicologia pediátrica.
em situações de terminalidade, a intervenção psicológica deve ser realizada exclusivamente com a família, uma vez que os comportamentos de ansiedade, medo, tristeza, raiva, culpa e insegurança são aspectos protetivos dos familiares e devem ser preservados nessas situações.
A preparação psicológica pré-cirúrgica é desnecessária nesse contexto devido à imaturidade da criança em controlar seus impulsos e a ansiedade demasiada que pode dificultar a recuperação no pós-operatório imediato.
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