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1399249 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: ADEAL
“Assistimos a tudo e não pudemos fazer nada, nada a não ser gritar por uma corda. Mas não havia nenhuma corda ao redor. Ele se sentara para tomar banho de espuma das ondas que se chocavam na pedra quando um vagalhão mais violento envolveu-o e carregou-o para o mar
alto. Pôs-se então a nadar; ele nadava com a segurança dum professor expondo um teorema. Nem perdera os óculos, o que era extraordinário: um jovem de óculos tentando vencer pela lógica das braçadas a ilogicidade das ondas [...] Até que o jogo cansou o nadador e o mar. Num dos seus retornos, em meio do caminho ele ergueu os braços e ficou debatendo-se, numa fração de segundos ficou debatendo-se sem esperança e sem os óculos.
Depois, somente ficaram o mar e o grito do pescador que chegou correndo com um rolo de corda debaixo do braço.”
(Lygia Fagundes Telles)
Dadas as afirmações seguintes,
I. Em “Pôs-se então a nadar”, o verbo em negrito é intransitivo.
II. Não há sujeito no segundo período do texto.
III. A palavra ilogicidade é um substantivo abstrato, pois deriva de adjetivo.
IV. No último período, há quatro dígrafos consonantais.
verifica-se que
 

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