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3401787 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG

Na gravidez múltipla, a gestação gemelar monocoriônica (MC) e a dicoriônica (DC) representam entidades completamente diferentes que compartilham alguns riscos maternos e obstétricos, mas o tipo e a gravidade da patologia fetal associada são marcadamente independentes. Consequentemente, os protocolos de controle clínico devem ser adequados a cada gravidez, de acordo com a corionicidade.

Em relação à gravidez múltipla e ao cuidado no pré-natal, analise as assertivas a seguir:

I- As gestações dizigóticas são sempre DC/DA, com cada feto possuindo sua própria placenta e cavidade amniótica. Em contraste, a corionicidade das gestações monozigotia é determinada pelo tempo em que ocorre a divisão do óvulo fertilizado.

II- A corionicidade é melhor diagnosticada no ultrassom do 1º trimestre (entre 11 e 14 semanas), sendo que a presença do sinal do T é indicativo de gestação dicoriônica.

III- A medida do comprimento do colo uterino, no ultrassom de 2º Trimestre, para diagnóstico de colo curto e chance aumentada de parto pré-termo, é dispensada na gestação múltipla.

IV- Na gravidez monocoriônica, o controle com US-Doppler deve ser quinzenal, entre 16 e 26 semanas, para diagnóstico precoce da STFF e sequência de anemia-policitemia (TAPS).

V- A avaliação do crescimento fetal devido a risco aumentado de restrição de crescimento intrauterino (RCIU) deve ser mais frequente nas gravidezes gemelares.

Está CORRETO o que se afirma apenas em

 

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