O uso racional da terapia nutricional no paciente cirúrgico trouxe avanços notáveis nos resultados pós-operatórios.
Com relação à nutrição do paciente cirúrgico, podemos afirmar:
O cálculo do IMC (índice de massa corpórea) é o principal método de avaliação do grau de nutrição do paciente, sendo os demais métodos utilizados nos pacientes que em que não é possível aferir tal índice, como, por exemplo, nos pacientes acamados.
No jejum oral prolongado a glicose deve ser reposta por via parenteral, pois com o jejum prolongado há uma diminuição dos níveis de glicose, associado a tonturas, desmaios e até convulsões, isso ocorre devido à glicose ser a única fonte de energia para o cérebro.
Em pacientes politraumatizados graves há uma diminuição do seu metabolismo basal, numa tentativa de elevar os níveis glicêmicos do paciente.
Apesar de poder causar diarréias com o uso de dieta hiperosmolar, a posição de sonda alimentar no duodeno ou jejuno é preferível em pacientes comatosos e com refluxo gastroesofágico com risco de broncoaspirações.
A glutamina é um carboidrato muito importante como fonte de energia aos enterócitos, sendo relacionado à diminuição da translocação bacteriana e sepse.
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