Considere a abordagem a uma crise de asma em uma criança de 6 anos com antecedente de crise de asma grave quase fatal, que necessitou de ventilação mecânica há 2 anos. Fica bem no período intercrises, por isso, e por problemas sociais, tem má aderência ao acompanhamento e ao tratamento de controle e ao plano de ação. Chega um pouco agitada, mas sem alteração do nível de consciência, a saturação de O2 está 92%, a FC é de 150 e não se auscultam sibilos no tórax, existe batimento de nariz e tiragem intercostal. A criança está acianótica. Qual conduta adequada?