A determinação do tipo de convulsão é fundamental para organizar a abordagem diagnóstica com base em etiologias específicas, selecionar o tratamento apropriado e, assim, interferir no prognóstico do paciente.
Considere um paciente do sexo masculino, 40 anos de idade, com histórico de epilepsia refratária, atendido no pronto-socorro com convulsões generalizadas, sem resposta ao uso do diazepam intravenoso. Apresenta história prévia de convulsões parciais complexas, mas não havia sido relatado episódio de status epilépticos anteriormente. No exame físico, está agitado e apresenta contrações musculares generalizadas. Apresenta-se estável hemodinamicamente, mas sua saturação periférica de oxigênio (SpO2 ) está diminuída devido à dificuldade respiratória durante as convulsões.
Qual é o próximo passo no tratamento desse paciente?