Outro meio muito comum de constatar a autenticidade das peças era através da procedência. Quanto mais próximo da personagem histórica que possuiu o objeto, maior a probabilidade de sua autenticidade, pois tratava-se de uma relíquia, que pela proximidade com o vulto histórico sacralizava-se, tornando-se incontestável.
(MAGALHÃES, Aline Montenegro. O que se deve saber para escrever história nos museus? In Anais do Museu Histórico Nacional – Vol. 34, Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, 2002, p. 111.)
Levando em consideração o texto apresentado acima, assinale a alternativa correta.