Por que labutar no campo, na cidade? A máquina o fará por nós. Por que pensar, imaginar? A máquina o fará por nós. Por que fazer um poema? A máquina o fará por nós. Por que subir a escada de Jacó? A máquina o fará por nós. Ó máquina, orai por nós.
(Cassiano Ricardo)

A regra que determina o uso da vírgula no verso – Ó máquina, orai por nós –, repete-se em: