As demandas americanas na Organização Mundial do Comércio, defendendo a quebra de barreiras dos países membros em relação a seus mercados de telecomunicação e entretenimento, são exemplos da dimensão da cultura colonizada pela dimensão econômica, com desdobramentos no político e no social. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os EUA atuam em várias frentes na defesa de sua indústria cultural, propagando seus produtos nos mercados internacionais. Como exemplo da atuação norte-americana no mercado brasileiro em defesa de sua indústria da cultura, podemos citar: