No que se refere ao debate da dimensão étnico-racial no Serviço Social proposto por Almeida (2017), é correto afirmar
que a realização da campanha “Assistentes sociais no combate ao racismo” e a publicação da série de cadernos “Assistente social no combate ao preconceito” são os dois eventos citados pela autora como importantes para impulsionar o debate da questão étnico-racial no Serviço Social.
que a existência de práticas racistas no Serviço Social se expressa, por um lado, em razão do conteúdo formativo decorrente da gênese da profissão e, por outro lado, devido a uma posição extremada, que considera a existência de valores éticos somente de forma universal, abstrata e absoluta.
que, apesar de apontar problemas relacionados à perspectiva economicista da esquerda brasileira ao tematizar a pauta étnico-racial, a autora argumenta que, contraditoriamente, o mito da democracia racial não foi um problema enfrentado por essa esquerda política.
que, se não devemos analisar as opressões a partir de uma hierarquia, uma análise particularizada e apartada da dimensão étnico-racial é necessária, pois, assim, separamos essa análise daquelas sobre capitalismo e investimos tempo suficiente na questão racial.
que o único princípio disposto no Código de Ética do(a) Assistente Social relacionado à questão racial é o VIII, “Opção por um projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem societária, sem dominação, exploração de classe, etnia e gênero”.
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