Paciente em acompanhamento pós-operatório de derivação biliodigestiva em Y de Roux realizada como paliação cirúrgica por adenocarcinoma de cabeça de pâncreas avançado. Vem ao pronto socorro com quadro de icterícia, febre e dor abdominal em hipocôndrio direito. Realizou tomografia de abdome com contraste endovenoso que demonstra dilatação importante de vias biliares até altura de colédoco distal, onde se observa volumosa massa em cabeça de pâncreas com acometimento da anastomose. Qual a melhor conduta nesse momento?