| “Um dos complexos estuarinos mais importantes do país está morrendo. Em parte das lagoas já não se encontram mais as grandes e suculentas ostras, os siris tradicionais por seu coral e também o caranguejo. Sem falar na ausência que mais atinge os pescadores, a dos próprios peixes. Eles afirmam que existem mais pescadores do que peixe para ser pescado. No trecho da Mundaú, que vai do cais da lancha no dique estrada até ao papódromo, não existe quase mais vida lacunar. É só lixo, e lixo, e lixo. E os peixes que ainda sobrevivem não são bons para o consumo” (O Jornal, 28/02/2010). |
Considerando-se aspectos da norma-padrão da língua portuguesa, a oração “Eles afirmam que existem mais pescadores do que peixe” aceita a seguinte reescrita: