Conforme a V Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia (2015), ainda, sobre o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), marque a alternativa CORRETA:
Há evidências de que a inclusão de marcadores inflamatórios, como a Proteína C Reativa (PCR), aos modelos de predição de risco para aterosclerose incrementa a capacidade prognóstica desses modelos.
Certas medicações, utilizadas para o tratamento e a prevenção secundária de eventos isquêmicos, podem trazer riscos a praticantes de esporte de contato ou atividades com possibilidade de traumas ou quedas. Por exemplo, indivíduos em uso de antiagregantes plaquetários e anticoagulantes devem ser desencorajados à prática desse tipo de atividades, pelo risco potencial de sangramento maior.
Níveis anormais de marcadores bioquímicos, como as troponinas, indicam, obrigatoriamente, diagnóstico de IAM.
Atualmente, recomenda-se repouso de 03 semanas aos pacientes, que se recuperam de IAM, baseando-se no pressuposto de que o repouso facilita a cicatrização do miocárdio.
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