Luria (1970) descreveu sete tipos maiores de afasias a partir de um estudo extensivo de pacientes com distúrbios de fala e de linguagem subsequentes ao traumatismo craniano. Com um dos tipos dessas afasias, os pacientes têm dificuldades para traduzir os pensamentos em linguagem e, embora sejam capazes de pronunciar facilmente os sons isolados, não conseguem produzir estes mesmos sons como parte de uma palavra inteira. Esse quadro caracteriza a: