No cuidado ao portador de Doença de Parkinson, o
cuidador deve compreender que os tremores, rigidez muscular
e instabilidade postural comprometem não apenas a mobilidade,
mas também a capacidade de alimentação, higiene e locomoção
autônoma. Uma assistência efetiva requer atenção às oscilações
motoras ao longo do dia e à importância de administrar os
medicamentos antiparkinsonianos em horários rigorosamente
estipulados, garantindo o máximo de eficácia terapêutica e
prevenindo crises de imobilidade. Assim, diante de um idoso
parkinsoniano que apresenta dificuldade para engolir e risco
de engasgo durante as refeições, a atitude mais segura e
tecnicamente correta do cuidador é adotar a estratégia seguinte: