O crescente interesse pela paisagem, como se sabe, amadureceu a partir das últimas décadas do século passado, solicitando seja a reelaboração do aparato teórico-metodológico que, aos poucos, foi se fragmentando e disperdendo em um corpus não orgânico de interpretações e leituras heterogêneas, seja a definição das ações que, em âmbito local e supralocal, impulsionaram maior responsabilidade e uma consciente programação territorial.
(SPAGNOLI, Luisa. Paisagens Rurais Culturais: os novos espaços da resiliência. Disponível em: www.epublicacoes. uerj.br/index.php/geouerj/article/ view/12729.)
As “leituras heterogêneas”, as quais a autora se refere, apresentam relação com: