A partir do momento em que determinado espaço (periférico ou central, mas tido como degradado e desvalorizado) passa a ser incorporado pelas estratégias do mercado imobiliário, em geral articuladas com as do Estado, temos como tendência uma imanente possibilidade de conflito.
(Glória da A. Alves. “A mobilidade/imobilidade na produção do espaço metropolitano”. In: Ana F. A. Carlos et. al. (orgs.).
A produção do espaço urbano, 2019.) Nas cidades brasileiras, uma manifestação do conflito destacado no excerto é