Para avaliar as alterações que aparecem nas desordens motoras da fala devemos, exceto:
Considerar aspectos comogama, força, amplitude e velocidade de cada um dos movimentos envolvidos nesse complexo processo e também a mobilidade da musculatura faringea posterior.
Fazer uma avaliação da qual deve constar aspectos subjetivos e objetivos, igualmente importantes para a conclusão diagnóstica do quadro e para verificar o quanto a comunicação do paciente é realmente eficiente ou se está prejudicada nas situações do dia a dia.
Na avaliação subjetiva, ter uma impressão acústica da fala do paciente.
Na avaliação objetiva, ter dados mensuráveis e comparáveis, ao longo do tempo, sobre as alterações motoras.
Fazer uma gravação da fala do paciente durante a avaliação para ter o registro para comparação dos pré, durante e pós-tratamento
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