Segundo Umberto Eco (2012), a teoria da produção sígnica trabalha com uma imensa variedade de fenômenos, entre eles o “uso natural das diversas linguagens, a evolução e a transformação dos códigos, a comunicação estética, os vários tipos de interação comunicativa, o uso dos signos”, entre outros. Nesse sentido, o uso das metáforas torna o texto polissêmico; daí, Antônio Pietroforte (2002) mostra que “um texto manifesta-se quando esse conteúdo é relacionado com um plano de expressão”. Sendo assim, pode-se afirmar que são discursos figurativos: