Nos últimos anos, observa-se um aumento das taxas de detecção de sífilis adquirida, de detecção de sífilis em gestantes e de detecção de sífilis congênita no Brasil. A figura a seguir ilustra a taxa de detecção de sífilis congênita e em gestantes por Unidade da Federação em 2017.

Figura 1- Taxa de detecção de sífilis em gestante e taxa de detecção de sífilis congênita por Unidade da Federação, 2017. Fonte: Boletim Epidemiológico da Sífilis, 2018.
A partir da análise do gráfico, podemos inferir que está correta a alternativa: