Iamamoto (2008), discutindo a atual questão social, matéria-prima de intervenção do assistente social, aponta para a generalização do fetichismo do capital que se alastra em todos os poros da vida social, impregnando a sociabilidade e impulsionando um profundo desmonte das conquistas civilizatórias dos trabalhadores.
Trata-se do fetichismo do capital