Considere-se a sequência de etapas a seguir: a) método a ser utilizado na intervenção do reflorestamento a ser substituído e sua justificativa técnica; b) utilização de técnicas de mínimo impacto de modo a evitar a ocorrência de danos na vegetação nativa existente no sub-bosque; c) ocorrência de possíveis danos ambientais, considerando fatores locais específicos e meios de evitá-los; e d) análise técnica da capacidade de conversão natural das áreas reflorestadas em florestas nativas, com a proposição de alternativas próprias à aceleração de sua regeneração (enriquecimento, adensamento, repovoamento etc.). Essas etapas referem-se a