Mãe traz à Unidade Básica de Saúde sua filha de dois meses de vida para uma consulta eventual porque desde a madrugada apresenta dificuldade para respirar. Ao exame físico, o enfermeiro verifica que o déficit respiratório é evidenciado por frequência respiratória superior a 60 bpm em duas contagens sucessivas, com batimento de asa de nariz e tiragem subcostal grave. Não há sinais de desidratação, mas a mãe diz que a criança não consegue mamar adequadamente há pelo menos seis horas. De acordo com a Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância – AIDIPI, o julgamento do quadro é sugestivo de infecção bacteriana grave. Diante dessa situação, a enfermeira deve incluir na conduta