Em crianças com crise convulsiva tratadas com fenitoína intravenosa, Hockenberry & Wilson (2011) recomendam que, para diminuir o risco de complicações, o enfermeiro deve infundir essa droga numa velocidade máxima de:
Em crianças com crise convulsiva tratadas com fenitoína intravenosa, Hockenberry & Wilson (2011) recomendam que, para diminuir o risco de complicações, o enfermeiro deve infundir essa droga numa velocidade máxima de: