A perda de órgãos (parcial ou total) gera, além da perda da função, transtornos sociais e psicológicos. Nesse sentido, a bioengenharia tecidual é um campo multidisciplinar que envolve a aplicação de princípios e métodos da engenharia e das ciências da saúde para assistir e acelerar a regeneração e o reparo de órgãos defeituosos ou danificados. Deste modo, essa ciência visa criar e aprimorar novas terapias e/ou desenvolver novos biomateriais que restaurem, melhorem ou impeçam o agravamento da função tecidual comprometida. Sendo assim, os biomateriais utilizados como substitutos de órgãos devem possuir características peculiares, tais como: