É pressuposto que só o aprofundamento da democracia e a mobilização dos movimentos organizados da sociedade brasileira poderão fazer face ao neoliberalismo que naturaliza a questão social, enfocando-a de forma individual, personalizada e focalista. Assim, serão reforçados alguns temas para a agenda política em defesa da saúde, inserida na concepção da Seguridade Social, que deve permear a pauta dos Conselhos de Saúde e ser assumida pelas entidades sindicais, movimentos populares e partidos políticos de oposição (Bravo, 2001).
Como propostas para a agenda política em defesa da saúde, destacam-se:
I. Defesa da saúde, na perspectiva da seguridade social, como direito social do cidadão.
II. Estabelecimento de vínculos com os setores dominados e com a massa da população excluída.
III. Participação nas Conferências de Saúde, de forma articulada com os demais sujeitos coletivos.
IV. Defesa de um modelo médico assistencial privatista, articulando o Projeto de Saúde ao mercado.
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