Rousseau acreditava na seguinte tese: “O homem é bom por natureza, sendo a vida em sociedade o fator de sua corrupção. Ou seja, ele nasce bom, mas o meio o corrompe, tornando-o mal.”
Hobbes, em contrapartida, tinha por tese que o homem é mal por natureza, apresentando três causas principais de discórdia, a saber, a competição, a desconfiança e a glória, voltadas, respectivamente, para a obtenção de lucro, segurança e reputação.
Nessa concepção, podem-se distinguir dois momentos: o tempo em que os homens são capazes de manter um respeito mútuo, que seria o tempo de paz; e o tempo de luta de todos contra todos, ou tempo de guerra.
Disponível em: <http://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/1546/A-violencia-e-a-
ineficacia- das-leis>. Acesso em: 16 set. 2016.
A concepção de Rousseau de que o homem é bom por natureza, sendo a vida em sociedade o fator de sua corrupção busca a compreensão sobre o indivíduo e suas relações com a sociedade.
Dentro do âmbito dessas reflexões, pode-se afirmar: