A forte chuva que atingiu a Grande São Paulo, na madrugada de quinta-feira (21 de janeiro de 2010), provocou novos deslizamentos e mortes.
Este não é um fato isolado, estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo vêm registrando, reincidentemente, alagamentos, quedas de barreiras, casas destruídas e famílias inteiras dizimadas.
Nessa época do ano, os casos se intensificam em virtude das elevadas precipitações pluviométricas, que por muito tempo, foi acusada de ser a grande vilã dessas catástrofes. Junto a essas precipitações outros fatores como o crescimento explosivo da ocupação urbana sem planejamento, a retirada da vegetação das encostas dos morros, a derrubada das matas ciliares, e a construção de estradas, contribuem para essas tragédias, ano após ano.
Entre os vários processos causadores de acidentes geológicos em áreas urbanas são bastante comuns os escorregamentos, que tem como características