O texto a seguir é referência para a questão.
A política de filho único ameaça deixar a China velha antes de ficar rica
“Quanto maior o número de filhos, maior a felicidade”, reza um ditado chinês de 2 mil anos. Desde os anos 1990, os chineses têm cada vez menos filhos. Como consequência, em 2012, pela primeira vez em meio século, a população em idade de trabalhar encolheu. Se a tendência se mantiver, daqui a 12 anos a Índia assumirá o título de país mais populoso do mundo. O fenômeno ameaça outro símbolo da China autoritária e pujante das últimas décadas: a política do filho único. Criada em 1979, a política determina que o casal com um filho pague uma multa se quiser uma segunda criança. O valor varia de acordo com a região – em Xangai, são US$ 17.300. O governo força abortos, no caso das famílias sem dinheiro. Em 2012, veio a público a foto de uma mãe de 23 anos, Feng Jianmei, ao lado do filho morto, abortado no sétimo mês de gravidez. A lei que criou a política previu seu fim em 2010, mas ela vem se mantendo – agora, sob ataques cada vez mais duros.
Intelectuais chineses, no país e no exterior, criticam a política com veemência crescente. As esperanças de mudança se renovaram com a troca de governo e com uma recente alteração na estrutura da burocracia. Foram unidos os departamentos de controle de natalidade e saúde pública. Isso deve diminuir o poder dos cerca de 500 mil burocratas encarregados de conter os nascimentos. O governo nega que isso represente uma mudança de rumo e afirma que a China ainda precisa controlar o tamanho da população, a fim de conter a demanda por serviços e o consumo dos recursos naturais.
(http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2013/05/)
“Quanto maior o número de filhos, maior a felicidade”. A menção a esse ditado chinês de 2 mil anos tem a função de:
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