Quem seguir passo a passo o Romanceiro verá que nele convergem as notícias do ouro, que faz a opulência de poucos, e a fala dos oprimidos, do negro nas catas, dos povos vexados pelos tributos abusivos.
(BOSI, Alfredo. Céu, inferno. São Paulo: Duas Cidades/Editora 34, 1988, p. 143)
No Romanceiro da Inconfidência, um trecho em que sobressai a fala do oprimido está em:
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