Conforme Moreira (2011, p. 20), “desde 1978, nominadamente, o pensamento geográfico brasileiro passa por um processo interno de questionamento, renovação discursiva e intenso debate”. Sobre o período caracterizado pela crítica ideológica, reconhecido como a fase lacosteana da renovação, há a denúncia do discurso do saber, caracterizado nos predicativos a seguir, exceto: