"Atualmente, os problemas da educação tendem a ser reduzidos a termos quantitativos: "mais créditos", "mais ensinamentos", "menos rigidez", "menos matérias programadas", "menos carga horária". Tudo isso, claro, é necessário. [...] De fato, os atuais projetos de reforma giram em torno desse buraco negro que lhes é invisível."
Fonte (adaptada): MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 13ª Edição. São Paulo. Editora Bertrand Brasil, 2007, p. 22.
Nesse sentido, isso só seria visível se: