Em um exame de vigilância com ultrassonografia Doppler de uma derivação arterial fêmoro-poplítea com substituto autógeno no sétimo mês do período pós-operatório, foram descritos os seguintes achados no terço médio da derivação: presença de estenose com velocidade de pico sistólico de 320 cm/s (intra-estenose), velocidade pré-estenose de 85 cm/s, velocidade média no corpo do enxerto de 53 cm/s. Quanto ao índice tornozelo-braço, foi detectada queda inferior a 0,15, em comparação à vigilância anterior.
Em relação à classificação quanto ao risco preditivo de trombose do enxerto e à conduta recomendada nesse caso clínico, assinale a alternativa correta.