A perspectiva de que o serviço social não pode ser considerado trabalho fundamenta-se na lógica de que:
o serviço social não se reconhece como integrante da classe trabalhadora, de modo que não é trabalho;
no setor de serviços não há produção de mais-valia e por isso os serviços não são trabalho;
o serviço social surgiu como uma profissão vinculada ao ativismo religioso e por isso não se constituiu como trabalho;
a re-filantropização da questão social na atualidade descaracteriza a intervenção do serviço social como trabalho;
o serviço social se constituiu como uma prática social, de modo que não possui a sistematicidade de um trabalho.
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