Na década de 1920, a filosofia e a ideologia que moldaram a arte e o design
de vanguarda pertenciam à esfera dos europeus. Somente após a Exposition
Internationale des Artes Décoratifs et Industriales Modernes de 1925, em Paris,
que apresentou os estilos “modernos” e “modernosos” [...] é que a publicidade
norte-americana começou a dar atenção ao avanço europeu, particularmente no
campo do design tipográfico.
A tipografia tornou-se um meio de comunicação do conjunto da população,
não apenas de um grupo seleto. Portanto, só quando o novo espírito modernista
penetrou profundamente a consciência popular, a impressão começou a refleti-lo.
(MCMURTRIE, In: BEIRUT et al, 2010, p. 41-43).
Com base na análise do texto, pode-se afirmar:
O ornamento era comum na tipografia moderna e servia para harmonizar as criações, sendo, pois, elemento essencial do período citado.