Menos de 14% da madeira amazônica é exportada. A própria Amazônia consome 10% da madeira produzida. O Sudeste, 37% e o Sul 19%. São Paulo e Paraná representam, respectivamente, metade do consumo dessas duas regiões. A partir desses resultados, as ONGs redirecionaram a campanha que iriam efetuar visando as indústrias consumidoras de madeiras no exterior, e voltaram-se para suas equivalentes nacionais. O objetivo é incitá-las a reduzir os desperdícios, utilizando maior número de espécies amazônicas, o que permitiria reduzir a pressão sobre algumas espécies mais valorizadas pelos mercados, assim como evitar a queima de outras espécies por falta de mercados. A campanha visou também aos consumidores brasileiros, para que dessem preferência a firmas que comprovassem que suas madeiras provinham de explorações de manejo florestal.
(Thery, Hervé e Mello, Neli Aparecida de. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: EDUSP/Imprensa Oficial, 2005)
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