Magna Concursos
1514858 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Pequeno passeio gastronômico pelo reino animal. É interessante notar que , quanto mais subimos na árvore evolutiva dos animais, mais comestíveis eles são. Pelo que se sabe, ninguém come os representantes do filo Porífera. Cnidários, com certeza, estão muito longe de ser bons quitutes. Não se tem notícia de nenhum povo do mundo que utilize platelmintos ou nematoides como alimento. Sabe-se que os povos orientais consomem minhocas. No filo Mollusca, aumentamos o número de quitutes, tais como: mariscos, ostras, mexilhões, vieiras, caracóis e escargots, lulas, polvos e calamares. No filo Arthropoda, podemos mencionar camarões, lagostas, além de muitos outros quitutes. No filo Echinodermata, quem aprecia a culinária japonesa conhece ou já deve ter provado, ovas de ouriço-do-mar em sushi. Na China e no sul da Ásia, os equinodermos mais apreciados são as holotúrias, ou pepinos-do-mar. Esses animais são fervidos, desidratados e comercializados secos. Depois de reidratados, são utilizados em sopas e outros pratos. Os experts da gastronomia oriental recomendam as holotúrias, ou bêches-du-mer, por seu sabor exótico e suas supostas propriedades afrodisíacas. (Amabis, J; Martho, G. Biologia em contexto, 1.ed. São Paulo: Ed. Moderna, pags. 145- 146, vol.2, 2016. adaptado).
O contexto anterior menciona um filo que é caracterizado por ser triblástico, celomado, enteroceloma, tubo digestório completo, sistema circulatório pouco desenvolvido, não há sistema excretor, deuterostômios, sistema nervoso pouco desenvolvido, geralmente fecundação externa e desenvolvimento indireto. Pode-se afirmar que o filo é:
 

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