Durante a análise da rotina de uma escola do DF, uma terapeuta ocupacional identifica que crianças imigrantes recém-chegadas não participam das atividades de roda, evitam interações no recreio e se isolam durante atividades de brincadeira livre. As professoras interpretam isso como “timidez” ou “falta de interesse”, mas observações revelam barreiras linguísticas, ausência de mediação cultural e pouca flexibilidade nas regras de participação.
Com base na análise do brincar como prática sociocultural (Folha et al., 2023) e na concepção de escola como espaço de formação cultural e política (Souza et al., 2024), qual deve ser o foco da intervenção do terapeuta ocupacional?