Ao discorrer sobre o processo de formação dos tradutores e intérpretes de língua de sinais no Brasil,
Lacerda (2013, p. 30) afirma que “até o Decreto nº 5.626, não se falava em formação específica para
esse profissional em instituições de ensino [...]. Eram ILS [Intérpretes de Língua de Sinais] aqueles que
tinham algum conhecimento de Libras e que se dispunham a acompanhar pessoas surdas às mais
diversas atividades sociais”.
LACERDA, Cristina B. F. de. Intérprete de Libras: em atuação na educação infantil e no ensino fundamental. 5. ed. Porto Alegre: Mediação, 2013.
A partir da publicação do Decreto 5.626/2005, por um período de dez anos, o Ministério da Educação ficou responsável por certificar os profissionais Tradutores e Intérpretes proficientes em língua de sinais. Esse exame ficou popularmente conhecido como:
LACERDA, Cristina B. F. de. Intérprete de Libras: em atuação na educação infantil e no ensino fundamental. 5. ed. Porto Alegre: Mediação, 2013.
A partir da publicação do Decreto 5.626/2005, por um período de dez anos, o Ministério da Educação ficou responsável por certificar os profissionais Tradutores e Intérpretes proficientes em língua de sinais. Esse exame ficou popularmente conhecido como: