O processo diagnóstico de um jovem de 23 anos, solicitado por um psiquiatra, arrasta-se por várias semanas porque o paciente falta aos atendimentos sem avisar e, nas entrevistas, aborda temas bastante triviais, demonstrando tédio e pouco envolvimento. O psicólogo se dá conta, em certo momento, de que preferiria que o paciente simplesmente não aparecesse mais. A conduta do paciente e a contratransferência do psicólogo são comuns nos casos de pacientes que