Mais uma para o currículo das células-tronco: foram capazes de reparar dano nos rins causado por insuficiência renal aguda e crônica.
Pesquisadores paulistas extraíram células-tronco da medula óssea de ratos, as cultivaram no laboratório e as injetaram em ratas com infecção renal aguda e crônica. Essas células promoveram a recuperação do tecido danificado.
“Utilizamos células de ratos porque marcamos o cromossomo Y com uma técnica de imunofluorescência.”
Os experimentos mostraram que as células-tronco injetadas migravam para o local da lesão e promoviam a recuperação do tecido danificado. “Mas essa regeneração não foi causada pela transformação das células injetadas em células renais”. “Acreditamos que as células-tronco liberem substâncias que estimulem as células do rim a realizar o reparo.” As substâncias a que o médico se refere são moléculas de RNA, citocinas e fatores de crescimento, entre outras. (FURTADO, 2011).
A partir da análise do texto e de conhecimentos sobre células-tronco, é correto afimar:
O potencial de diferenciação das células-tronco é restrito àquelas de origem embrionária.