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Num projeto de desenvolvimento da produção de petróleo, a definição da classe de qualidade das facilidades de produção é um direcionador estratégico, insumo fundamental para o início da engenharia do sistema e tem implicações no custo e operacionalidade da instalação. Considere então as questões abaixo:
I. Qual deve ser a vida de projeto?
II. Qual a possibilidade de que a vida de projeto deva ser estendida além do plano inicial?
III. Que tolerâncias na especificação do óleo processado são admissíveis?
IV. A planta deve estar preparada para a presença de contaminantes não previstos na corrente?
V. Que faixa de variação de graus API do óleo produzido deverá ser a planta capaz de processar?
VI. É conveniente o projeto prever capacidade de expansão?
VII. Vale a pena projetar para o pico de produção e injeção ou limitar a produção por certo período?
VIII. Vale investir em um alto grau de automação na operação?
IX. Qual o impacto da filosofia de operação no projeto das acomodações?
X. Deverá o projeto incluir facilidades para manutenção (movimentação de carga etc.) na planta?
XI. Deverá haver redundância para todos os sistemas ou admite-se interromper algumas operações (ex: injeção de água?
XII. Qual o custo benefício do projeto prever um ou dois trens de produção?
Em relação às questões acima elencadas que são de fato pertinentes para a determinação da classe de qualidade, é correto afirmar que: